Carlos Rogerio
Carlos Rogerio Barbosa · nasceu em 1988
Carlos Rogerio se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PSB (2012), PSD (2016–2020), NOVO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 36 anos, superior completo, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Pompéia (SP)NOVO 20· direitaNa chapa de Diogo Ceschimchapa eleita7.947 votos da chapa, 62,9%
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Carlos Rogerio declarou R$ 145,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 137,5 mil acima da inflação.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Apartamento residencial em PompeiaR$ 60,8 milApartamento
- Títulos de renda fixaR$ 35,8 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- participações em ações e demais investimentosR$ 33,2 milOutras aplicações
- Depósito em conta correnteR$ 12,9 milConta corrente no país
- Motociclo Suzuki En 125 YES 2007R$ 3.093Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- PoupançaR$ 87Renda fixa (CDB, RDB e outros)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Rogerio declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pompéia (SP) · PSD · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.96454,2%
- Próprio bolsoR$ 2.83038,7%
- PartidoTudo de Comissao Provisoria Do Partido Social Democratico - Psd De PompeiaR$ 4255,8%
- Outros candidatosR$ 961,3%
Para onde foi
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 1.15122,1%
- EscritórioR$ 410,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Pompéia (SP), 2020
Carlos Rogério: R$ 8,94 por voto (mediana da disputa, R$ 35,7). Quem venceu, Diogo Ceschim, gastou R$ 5,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 180; o mais barato, R$ 5,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Rogério. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriana Borrasca PLR$ 21 mil · 118 votosR$ 180
- Helô Lourenço PODER$ 11 mil · 92 votosR$ 121
- Guilhermi Bonfim PODER$ 9,7 mil · 84 votosR$ 115
- Marcos Vida Plena DEMR$ 5,2 mil · 60 votosR$ 87,3
- Café MDBR$ 21 mil · 369 votosR$ 58,2
- Claudia Bento PTBR$ 19 mil · 467 votosR$ 40
- Jorginho Chicarelli Martin PTBR$ 11 mil · 320 votosR$ 35,7
- Fernando Manzeppi DEMR$ 4,1 mil · 155 votosR$ 26,5
- Rodolfo Marino MDBR$ 7,5 mil · 524 votosR$ 14,3
- Vanderlei Santos PVR$ 7,9 mil · 565 votosR$ 14,1
- Carlos Rogério PSDR$ 5,2 mil · 583 votosR$ 8,94
- Diogo Ceschim PODER$ 8,9 mil · 1.646 votosR$ 5,43
Votos por real
- 2020, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.