Apuração
Vereador · 2016 · SOLIDARIEDADE

Carlos Reis

Carlos Ribeiro Reis · nasceu em 1962

Carlos Reis se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoSOLIDARIEDADE+0,35← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSC2008PSC2016SOLIDARIEDADE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSC (2004–2008), SOLIDARIEDADE (2016).

PrefeitoVereadorPartidoPSCSOLIDARIEDADE2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 54 anos, superior incompleto, servidor público federal, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Queimadas (BA)
    SOLIDARIEDADE 77000· centro-direita
    não eleito
  2. 2008
    Vereador · Queimadas (BA)
    PSC 20000· direita
    suplente
  3. 2004
    Prefeito · Queimadas (BA)
    PSC 20· direita
    não eleito23 votos, 0,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Carlos Reis declarou R$ 682,4 mil em bens, em reais de hoje: 52 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 277,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 682,4 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 420.000 na declaração)

Declarou 52 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.

  • Carlos ReisR$ 682,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 682,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Carlos Reis declarou ao TSE R$ 0 em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Queimadas (BA) · PSC · não eleito

De onde veio

Nada declarado em 2004.

Para onde foi

R$ 4.949
O maior gasto foi com material impresso: 72% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.949.
  1. Material impresso3 pessoas, não nomeadasR$ 3.58472,4%
  2. TransporteTudo de Auto Posto TropicalR$ 1.36527,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Queimadas (BA), 2004

Carlos Reis: R$ 215 por voto (mediana da disputa, R$ 85,4). Quem venceu, Maurinho, gastou R$ 9,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 362; o mais barato, R$ 9,17.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Reis. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 4,7 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.