Apuração
Vereador · 2008 · PP

Carlos Pereira

Carlos Airton Pires Pereira · nasceu em 1958

Carlos Pereira se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,67← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PP2008PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PP.

VereadorPartidoPP200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 50 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Caibaté (RS)
    PP 11222· direita
    suplente149 votos
  2. 2004
    Vereador · Caibaté (RS)
    PP 11222· direita
    eleito235 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlos Pereira declarou R$ 320 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 320 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 118.663 na declaração)

Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • Carlos PereiraR$ 320 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 320 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. 01 (Uma) casa mista com 99,50 m² com terreno com 360 m²…R$ 139 mil
    Imóveis
  2. Socio proprietário da empresa loterias e produções lider…R$ 134,8 mil
    Empresas e participações
  3. Socio proprietário da empresa leonardo seffrin pereira e…R$ 27 mil
    Empresas e participações
  4. Um automóvelR$ 19,1 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Pereira declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 13 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Caibaté (RS) · PP · suplente

De onde veio

R$ 9.467
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 9.400
O maior gasto foi com transporte: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.400.
  1. TransporteR$ 3.70039,4%
  2. ServiçosR$ 3.19934%
  3. Material impressoR$ 2.34324,9%
  4. EscritórioR$ 1581,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Caibaté (RS), 2008

Carlos Pereira: R$ 63,1 por voto (mediana da disputa, R$ 30,3). Quem venceu, Hermelino, gastou R$ 15,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,1; o mais barato, R$ 15,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Pereira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.