Apuração
Vereador · 2016 · PTB

Carlos Peixoto

Carlos Roberto Lopes de Alvarenga Peixoto · nasceu em 1975

Carlos Peixoto se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSC2008MDB2012MDB2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.

Passou por 3 partidos: PSC (2004), MDB (2008–2012), PTB (2016).

VereadorPartidoPSCMDBPTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, superior completo, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Taubaté (SP)
    PTB 14000· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Taubaté (SP)
    MDB 15015· centro-direita
    eleito1.897 votos
  3. 2008
    Vereador · Taubaté (SP)
    MDB 15015· centro
    eleito3.239 votos
  4. 2004
    Vereador · Taubaté (SP)
    PSC 20655· direita
    eleito1.946 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Carlos Peixoto declarou R$ 352,5 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 352,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 352,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 216.984 na declaração)

Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Carlos PeixotoR$ 352,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 352,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlos Peixoto declarou ao TSE R$ 231 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 104 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Taubaté (SP) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 50,7 mil
0% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 50,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 27,7 mil54,7%
  2. PessoasR$ 22,8 mil44,9%
  3. Outros candidatosR$ 2070,4%

Para onde foi

R$ 50,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 50,7 mil.
  1. Material impressoR$ 26,9 mil53,1%
  2. PessoalR$ 10,5 mil20,8%
  3. EscritórioR$ 6.11112,1%
  4. TransporteR$ 5.67911,2%
  5. ServiçosR$ 1.2142,4%
  6. Rádio, TV e vídeoR$ 2430,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Taubaté (SP), 2016

Carlos Peixoto: R$ 48,8 por voto (mediana da disputa, R$ 15,3). Quem venceu, Alexandre Da Metropolitana, gastou R$ 6,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 6,92.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Peixoto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 225 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.