Apuração
Prefeito · 2020 · PSDB

Carlos Nelson

Carlos Nelson Bueno · nasceu em 1940

Carlos Nelson se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 3.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004PDT2008PSDB2016PSDB2020PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004, 2008 e 2016.

Passou por 3 partidos: MDB (2002), PDT (2004), PSDB (2008–2020).

Dep. estadualPrefeitoPartidoMDBPDTPSDB’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 80 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Mogi Mirim (SP)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito11.711 votos, 28,0%
  2. 2016
    Prefeito · Mogi Mirim (SP)
    PSDB 45· centro-direita
    eleito16.423 votos, 39,3%
  3. 2008
    Prefeito · Mogi Mirim (SP)
    PSDB 45· centro-direita· na urna, Carlos Nelson Bueno
    eleito32.507 votos, 74,1%
  4. 2004
    Prefeito · Mogi Mirim (SP)
    PDT 12· centro-esquerda
    eleito26.597 votos, 60,5%
  5. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    MDB 15551· centro
    suplente27.374 votos; 183º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Carlos Nelson teve 27.374 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 183º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 170 cidades. Mogi Guaçu deu 42,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,7%.

27.374 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 27.374 votos.
  1. Mogi Guaçu (SP)11.490 votos42%
  2. Mogi Mirim (SP)11.051 votos40,4%
  3. São Paulo (SP)625 votos2,3%
  4. Estiva Gerbi (SP)507 votos1,9%
  5. Leme (SP)405 votos1,5%
  6. Outras 155 cidades912 votos3,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Carlos Nelson declarou R$ 794,3 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 16,1 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 500 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 794,3 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 552.944 na declaração)

Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.

  • Carlos NelsonR$ 794,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 794,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Lote 03, Quadra A, 987,60 m², Loteamento Pantanal…R$ 255,4 mil
    Terreno
  2. Lote 02, Quadra A, 963,40 m², Loteamento Pantanal…R$ 249,1 mil
    Terreno
  3. Lote 01, Quadra A, 940,20 m², Loteamento Pantanal…R$ 243,1 mil
    Terreno
  4. Lote 01, Frações A e B, Matrículas 41009 e 41010R$ 46,7 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Carlos Nelson declarou ao TSE R$ 1,8 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 585 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Mogi Mirim (SP) · PSDB · não eleito

De onde veio

R$ 208,1 mil
0% veio de fundos públicos; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 208,1 mil.
  1. Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 201 mil96,6%
  2. Próprio bolsoR$ 7.0903,4%

Para onde foi

R$ 203,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 203,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosTudo de N+Z Digital EireliR$ 28,3 mil13,9%
  2. InternetTudo de Dlocal Brasil Instituicao De Pagamento S.A.R$ 24,8 mil12,1%
  3. TransporteR$ 7.5673,7%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 3.5381,7%
  5. EscritórioR$ 1.1760,6%

Quanto custou cada voto: prefeito, Mogi Mirim (SP), 2020

Carlos Nelson: R$ 17,4 por voto (mediana da disputa, R$ 22,3). Quem venceu, Paulo Silva, gastou R$ 15 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,7; o mais barato, R$ 11,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Nelson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 57 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 55 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 199 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 45 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.