Carlos Moreira
Carlos Ezequiel Moreira · nasceu em 1958
Carlos Moreira disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (João Monlevade (MG)), pelo PTB: eleito.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 46 anos, ensino médio, presidente da republica, ministro de estado, governador e prefeito. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Carlos Moreira declarou ao TSE R$ 511 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · João Monlevade (MG) · PTB · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 194,7 mil38,1%
- Próprio bolsoR$ 26,6 mil5,2%
Para onde foi
- Serviços199 pessoas, não nomeadasR$ 102,7 mil20,1%
- TransporteR$ 25,1 mil4,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, João Monlevade (MG), 2004
Carlos Moreira: R$ 20,4 por voto (mediana da disputa, R$ 20,4). O voto mais caro custou R$ 130; o mais barato, R$ 16,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silvano Lopes PODER$ 143 mil · 1.097 votosR$ 130
- Carlos Moreira PTBR$ 511 mil · 25.039 votosR$ 20,4
- Dr. Laércio PTR$ 280 mil · 16.667 votosR$ 16,8
Votos por real
- 2004, prefeito: 49 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.