Apuração
Prefeito · 2004 · DEM

Carlos Martins

Carlos Martins Carneiro de Araujo · nasceu em 1956

Carlos Martins disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Filadélfia (TO)), pelo DEM: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoDEM2004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 48 anos, ensino médio, pecuarista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Filadélfia (TO)
    DEM 25· direita
    não eleito1.789 votos, 38,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Carlos Martins declarou ao TSE R$ 599 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Filadélfia (TO) · DEM · não eleito

De onde veio

R$ 599,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 599,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 523,6 mil87,4%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 75,5 mil12,6%

Para onde foi

R$ 340,1 mil
O maior gasto foi com escritório: 34% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 340,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Auto Posto Ipanema Ltda.R$ 98,7 mil29%
  2. Pessoal6 pessoas, não nomeadasR$ 40,3 mil11,8%
  3. OutrosR$ 13,9 mil4,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Filadélfia (TO), 2004

Carlos Martins: R$ 190 por voto (mediana da disputa, R$ 190). Quem venceu, Pedro Iram, gastou R$ 101 por voto. O voto mais caro custou R$ 345; o mais barato, R$ 101.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 5,3 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.