Carlos Fabri
Carlos Roberto Fabri · nasceu em 1956
Carlos Fabri disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Jesuítas (PR)), pelo PSD: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlos Fabri declarou R$ 329,8 mil em bens, em reais de hoje: 7,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 7,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Carlos FabriR$ 329,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Carlos Fabri declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Jesuítas (PR) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.71292,7%
- PessoasR$ 3727,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.33345,9%
- TransporteR$ 2.25144,3%
- ServiçosR$ 3727,3%
- OutrosR$ 1282,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Jesuítas (PR), 2016
Carlos Fabri: R$ 25,7 por voto (mediana da disputa, R$ 25,7). Quem venceu, Adilson Nieto, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,3; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Fabri. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Vicente DEMR$ 4 mil · 41 votosR$ 98,3
- Sueli Burcona PLR$ 7,6 mil · 127 votosR$ 60,1
- Silvana Itaguagé DEMR$ 9,9 mil · 270 votosR$ 36,5
- Chevette PDTR$ 4,4 mil · 123 votosR$ 36,1
- Arildo Pasti PLR$ 6 mil · 177 votosR$ 34,1
- Mezzon PPR$ 6,5 mil · 205 votosR$ 31,6
- Carlos Fabri PSDR$ 5,1 mil · 198 votosR$ 25,7
- Rogerio Do Mercado DEMR$ 9,5 mil · 394 votosR$ 24,1
- Francis Douglas PLR$ 4,2 mil · 182 votosR$ 23,1
- Dinho PDTR$ 5,9 mil · 257 votosR$ 22,8
- Josiane Carajá DEMR$ 4,1 mil · 209 votosR$ 19,4
- Adilson Nieto SOLIDARIEDADER$ 4 mil · 286 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.