Apuração
Prefeito · 2012 · PSB

Carlos do Vidro

Carlos Lucio Lopes · nasceu em 1977

Carlos do Vidro disputou uma eleição, em 2012, para prefeito (São Francisco de Paula (MG)), pelo PSB: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,30← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

PrefeitoPartidoPSB2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 35 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PSB 40· centro-esquerda
    não eleito1.607 votos, 35,0%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Carlos do Vidro declarou R$ 622,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 622,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 284.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2012.

  • Carlos do VidroR$ 622,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 521,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 622,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 622,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Imovel residencial rua montese NR.420 bairro itapuã belo…R$ 346,2 mil
    Casa
  2. Terreno urbano rua eustaquio ribeiro S/N centroR$ 109,6 mil
    Outros bens imóveis
  3. Capital social comercio varejistaR$ 54,8 mil
    Loja
  4. Terreno urbano rua julieta santos bairro bela vistaR$ 32,9 mil
    Outros bens imóveis
  5. Dinheiro em espécie moeda nacionalR$ 32,9 mil
    Dinheiro em espécie
  6. Automóvel VW saveiro ano 1995R$ 21,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Automóvel VW saveiro ano 1984R$ 13,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. Motocicleta honda 150CC ano 2008R$ 11 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Carlos do Vidro declarou ao TSE R$ 65 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Prefeito · São Francisco de Paula (MG) · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 64,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 64,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 12,7 mil19,7%
  2. PartidoTudo de Direção NacionalR$ 6.49810%

Para onde foi

R$ 64,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 64,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pesquisas1 pessoas, não nomeadasR$ 24,9 mil38,5%
  2. TransporteTudo de Auto Posto Positano LtdaR$ 14 mil21,6%
  3. PessoalR$ 6501%

Quanto custou cada voto: prefeito, São Francisco de Paula (MG), 2012

Carlos Do Vidro: R$ 40,3 por voto (mediana da disputa, R$ 29,8). Quem venceu, Juninho, gastou R$ 29,8 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Do Vidro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, prefeito: 25 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.