Carlos do Ônibus
Vicente Carlos da Rocha · nasceu em 1971
Carlos do Ônibus se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: AGIR (2004), CIDADANIA (2008), PT (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 41 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004Vereador · Cachoeira de Pajeú (MG)AGIR 36123· centro-direita· na urna, Carlos do Onibussuplente127 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Carlos do Ônibus declarou R$ 76,7 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 128,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Carlos do ÔnibusR$ 76,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos do Ônibus declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Cachoeira de Pajeú (MG) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 6.06556,1%
- Próprio bolsoR$ 4.74643,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 7.20466,6%
- ServiçosR$ 2.38322%
- Material impressoR$ 1.22411,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Cachoeira de Pajeú (MG), 2012
Carlos Do Ônibus: R$ 164 por voto (mediana da disputa, R$ 104). Quem venceu, Dio Peroba, gastou R$ 51,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.643; o mais barato, R$ 43,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Do Ônibus. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcus Du Vale PVR$ 12 mil · 7 votosR$ 1.643
- Andre Do Sindicato PTR$ 8,7 mil · 42 votosR$ 208
- Carlos Do Ônibus PTR$ 11 mil · 66 votosR$ 164
- Uilde MDBR$ 12 mil · 87 votosR$ 135
- Gilberto Do Cariri PTR$ 10 mil · 90 votosR$ 113
- Alvedi PSCR$ 11 mil · 102 votosR$ 108
- Carlito Do Bar MDBR$ 12 mil · 118 votosR$ 104
- Professor Iberi MDBR$ 13 mil · 137 votosR$ 98
- Maurício Do Faisão REPUBLICANOSR$ 16 mil · 207 votosR$ 76,4
- Bomba D Água PTBR$ 15 mil · 245 votosR$ 60,4
- Dio Peroba REPUBLICANOSR$ 9 mil · 174 votosR$ 51,7
- Leilha De Neguim PVR$ 10 mil · 239 votosR$ 43,4
Votos por real
- 2012, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 146 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.