Carlos Correia
nasceu em 1947
Carlos Correia se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2010, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2010: 63 anos, superior completo, servidor público civil aposentado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20101º suplente de senador · Rio de JaneiroPDT 155· centro-esquerdaNa chapa de Jorge Piccianichapa não eleita3.048.034 votos da chapa
- 2008Vice-prefeito · São João de Meriti (RJ)PDT 22· centro-esquerdaNa chapa de Sandro Matoschapa eleita140.065 votos da chapa, 54,5%
- 2006Vice-governador · Rio de JaneiroPDT 12· centro-esquerdaNa chapa de Carlos Lupichapa não eleita125.735 votos da chapa, 1,5%
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPDT 12165· centro-esquerdasuplente9.129 votos; 197º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Carlos Correia teve 9.129 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 197º lugar entre 1.233 candidatos.
Recebeu votos em 65 cidades. São João de Meriti deu 43,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Carlos Correia declarou R$ 560 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 817,9 mil, já descontada a inflação.
Os 9 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Casa pre-fabricada em madeiraR$ 166 milCasa
- Rua cecilia, distrito de itacuruca, mangaratibaR$ 137,3 milCasa
- Sobrado na rua juiz aderbal de oliveiraR$ 85,8 milOutros bens imóveis
- Terreo a rua juiz aderbal de oliveiraR$ 85,8 milOutros bens imóveis
- Quiosque pre-fabricado na rua miguel jasku 227R$ 43,6 milOutros bens imóveis
- Lote de terreno a rua miguel jaskuR$ 33 milTerreno
- Linha telefonicaR$ 2.893Linha telefônica
- Linha telR$ 2.893Linha telefônica
- Linha telefonicaR$ 2.762Linha telefônica
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Correia declarou ao TSE R$ 139 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 71 mil.
Campanha a campanha
2004 · Prefeito · São João de Meriti (RJ) · PDT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 60,9 mil90,3%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 6.5169,7%
Para onde foi
- Material impressoR$ 45,9 mil68,1%
- EventosR$ 11,7 mil17,4%
- PessoalR$ 9.77414,5%
Quanto custou cada voto: prefeito, São João de Meriti (RJ), 2004
Carlos Correia: R$ 6,13 por voto (mediana da disputa, R$ 12,1). Quem venceu, Uzias Mocotó, gastou R$ 12,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 21,1; o mais barato, R$ 5,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Correia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sandro Matos PTBR$ 1,8 milhão · 83.950 votosR$ 21,1
- Amorim PLR$ 736 mil · 51.927 votosR$ 14,2
- Uzias Mocotó MDBR$ 1,1 milhão · 91.155 votosR$ 12,1
- Carlos Correia PDTR$ 67 mil · 10.999 votosR$ 6,13
- Jorge Florêncio PTR$ 124 mil · 22.770 votosR$ 5,43
Votos por real
- 2004, prefeito: 163 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 128 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.