Apuração
1º suplente de senador · 2010 · PDT

Carlos Correia

nasceu em 1947

Carlos Correia se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2004PDT2006PDT2008PDT2010PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

Vice-gov.Suplente sen.Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoPartidoPDT20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2010, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2010: 63 anos, superior completo, servidor público civil aposentado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    1º suplente de senador · Rio de Janeiro
    PDT 155· centro-esquerda
    Na chapa de Jorge Picciani
    chapa não eleita3.048.034 votos da chapa
  2. 2008
    Vice-prefeito · São João de Meriti (RJ)
    PDT 22· centro-esquerda
    Na chapa de Sandro Matos
    chapa eleita140.065 votos da chapa, 54,5%
  3. 2006
    Vice-governador · Rio de Janeiro
    PDT 12· centro-esquerda
    Na chapa de Carlos Lupi
    chapa não eleita125.735 votos da chapa, 1,5%
  4. 2004
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito10.999 votos, 4,2%
  5. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PDT 12165· centro-esquerda
    suplente9.129 votos; 197º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Carlos Correia teve 9.129 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 197º lugar entre 1.233 candidatos.

Recebeu votos em 65 cidades. São João de Meriti deu 43,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,1%.

9.129 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 9.129 votos.
  1. São João de Meriti (RJ)3.969 votos43,5%
  2. Rio de Janeiro (RJ)2.679 votos29,3%
  3. Magé (RJ)254 votos2,8%
  4. Nova Friburgo (RJ)246 votos2,7%
  5. Nova Iguaçu (RJ)244 votos2,7%
  6. Outras 50 cidades630 votos6,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Carlos Correia declarou R$ 560 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 817,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.
R$ 560 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 226.490 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 560 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Casa pre-fabricada em madeiraR$ 166 mil
    Casa
  2. Rua cecilia, distrito de itacuruca, mangaratibaR$ 137,3 mil
    Casa
  3. Sobrado na rua juiz aderbal de oliveiraR$ 85,8 mil
    Outros bens imóveis
  4. Terreo a rua juiz aderbal de oliveiraR$ 85,8 mil
    Outros bens imóveis
  5. Quiosque pre-fabricado na rua miguel jasku 227R$ 43,6 mil
    Outros bens imóveis
  6. Lote de terreno a rua miguel jaskuR$ 33 mil
    Terreno
  7. Linha telefonicaR$ 2.893
    Linha telefônica
  8. Linha telR$ 2.893
    Linha telefônica
  9. Linha telefonicaR$ 2.762
    Linha telefônica

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Correia declarou ao TSE R$ 139 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 71 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · São João de Meriti (RJ) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 67,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 67,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 60,9 mil90,3%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 6.5169,7%

Para onde foi

R$ 67,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 67,4 mil.
  1. Material impressoR$ 45,9 mil68,1%
  2. EventosR$ 11,7 mil17,4%
  3. PessoalR$ 9.77414,5%

Quanto custou cada voto: prefeito, São João de Meriti (RJ), 2004

Carlos Correia: R$ 6,13 por voto (mediana da disputa, R$ 12,1). Quem venceu, Uzias Mocotó, gastou R$ 12,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 21,1; o mais barato, R$ 5,43.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Correia. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 163 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 128 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.