Apuração
Vice-prefeito · 2008 · PRTB

Carlos Chagas

Carlos Orlandi Chagas · nasceu em 1980

Carlos Chagas se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,16← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PV2008PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PV (2006), PRTB (2008).

Dep. federalVice-prefeitoPartidoPVPRTB20062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 28 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Passos (MG)
    PRTB 40· direita
    Na chapa de Dr Demis
    chapa não eleita3.724 votos da chapa, 6,5%
  2. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    PV 4325· centro-esquerda
    suplente6.123 votos; 154º mais votado de 528 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Carlos Chagas teve 6.123 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 154º lugar entre 528 candidatos.

Recebeu votos em 229 cidades. Passos deu 65,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,0%.

6.123 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 6.123 votos.
  1. Passos (MG)4.007 votos65,4%
  2. Itaú de Minas (MG)737 votos12%
  3. Belo Horizonte (MG)222 votos3,6%
  4. Ataléia (MG)92 votos1,5%
  5. Uberlândia (MG)51 votos0,8%
  6. Outras 214 cidades734 votos12%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Carlos Chagas declarou ao TSE R$ 359 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado federal · Minas Gerais · PV · suplente

De onde veio

R$ 359,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 359,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 95,8 mil26,7%
  2. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 82,8 mil23%
  3. PartidoR$ 2970,1%

Para onde foi

R$ 359,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 359,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal22 pessoas, não nomeadasR$ 29,2 mil8,1%
  2. EscritórioR$ 17,2 mil4,8%
  3. TransporteR$ 16,2 mil4,5%
  4. InternetR$ 2.9660,8%
  5. ServiçosR$ 2370,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Minas Gerais, 2006

Mediana da disputa: R$ 22 por voto. Quem venceu, Bilac Pinto, gastou R$ 11,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 11,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 17 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.