Carlos Cesar Cassol
nasceu em 1970
Carlos Cesar Cassol se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PP (2004), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlos Cesar Cassol declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Carlos Cesar CassolR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Parte do lote rural n. 136A matricula n. 19.299R$ 812,3 milTerra nua
- Parte do lote urbano n. 03 matricula 14.622R$ 406,2 milTerreno
- GM/S10 rodeio d placa 5896R$ 74,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Chevorlet/montana ls placa IVK5808R$ 45,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valor em aplicação CDB ganhe mais/ banrisulR$ 29,6 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Valor em conta corrente / banrisulR$ 27 milConta corrente no país
- Dinheiro em espécieR$ 12,7 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlos Cesar Cassol declarou ao TSE R$ 9,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,7 mil, 2% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mariano Moro (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.55998%
- Fundo partidárioR$ 1342%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.10531,4%
- ServiçosR$ 1.70025,4%
- TransporteR$ 1.57423,5%
- PessoalR$ 97214,5%
- Material impressoR$ 3435,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Mariano Moro (RS), 2016
Carlos Cesar Cassol: R$ 134 por voto (mediana da disputa, R$ 72,9). Quem venceu, Valentim Punhi, gastou R$ 32,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 210; o mais barato, R$ 32,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Cesar Cassol. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Clarice Christ PDTR$ 8 mil · 38 votosR$ 210
- Amarildo Faggion PDTR$ 3,6 mil · 25 votosR$ 142
- Carlos Cesar Cassol PDTR$ 6,7 mil · 50 votosR$ 134
- Alvair Chiapetti PDTR$ 4,7 mil · 36 votosR$ 132
- Gio Rossarola PDTR$ 6,3 mil · 67 votosR$ 94,7
- Sadi Da Rosa PDTR$ 6,5 mil · 77 votosR$ 84,3
- Neimar Battisti PDTR$ 6,5 mil · 89 votosR$ 72,9
- Franci Dall Agnol PDTR$ 4,4 mil · 62 votosR$ 70,2
- Valmir Brandao PDTR$ 8,6 mil · 126 votosR$ 68,6
- Valdecir Barbieri PDTR$ 4,8 mil · 88 votosR$ 54,9
- Roise Luiza Mattia PDTR$ 6,8 mil · 200 votosR$ 33,8
- Valentim Punhi PDTR$ 4,4 mil · 136 votosR$ 32,1
Votos por real
- 2016, vereador: 7,5 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.