Carlos Carvalho
Carlos Pereira de Carvalho · nasceu em 1959
Carlos Carvalho disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Caçapava do Sul (RS)), pelo PP: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 45 anos, superior incompleto. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Carlos Carvalho declarou ao TSE R$ 82 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Caçapava do Sul (RS) · PP · não eleito
De onde veio
- Fundo partidárioTudo de Direção MunicipalR$ 45,6 mil55,9%
Para onde foi
- EscritórioR$ 2.2422,7%
- OutrosR$ 1.8382,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Caçapava do Sul (RS), 2004
Carlos Carvalho: R$ 11,2 por voto (mediana da disputa, R$ 11,2). Quem venceu, José Erli, gastou R$ 3,27 por voto. O voto mais caro custou R$ 15,1; o mais barato, R$ 3,27.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Carvalho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lalala PTR$ 46 mil · 3.042 votosR$ 15,1
- Carlos Carvalho PPR$ 82 mil · 7.270 votosR$ 11,2
- José Erli MDBR$ 40 mil · 12.253 votosR$ 3,27
Votos por real
- 2004, prefeito: 89 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.