Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PDT

Cardinal

Carlos Cardinal Oliveira · nasceu em 1950

Cardinal se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PDT2008PDT2012PDT2016PDT2020PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.

Sempre pelo PDT.

Dep. federalPrefeitoVice-prefeitoPartidoPDT20062008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 70 anos, superior completo, veterinário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Garruchos (RS)
    PDT 12· centro-esquerda
    Na chapa de Roland Schatz
    chapa eleita1.189 votos da chapa, 53,3%
  2. 2016
    Prefeito · Garruchos (RS)
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Carlos Cardinal
    não eleito1.036 votos, 41,6%
  3. 2012
    Prefeito · Garruchos (RS)
    PDT 12· centro-esquerda
    eleito1.260 votos, 50,1%
  4. 2008
    Prefeito · Garruchos (RS)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito1.188 votos, 45,2%
  5. 2006
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PDT 1250· centro-esquerda
    suplente19.257 votos; 59º mais votado de 279 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Cardinal teve 19.257 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 59º lugar entre 279 candidatos.

Recebeu votos em 281 cidades. São Luiz Gonzaga deu 12,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 62,1%.

19.257 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 19.257 votos.
  1. São Luiz Gonzaga (RS)2.309 votos12%
  2. Rosário do Sul (RS)1.109 votos5,8%
  3. Santo Ângelo (RS)1.073 votos5,6%
  4. São Sepé (RS)1.035 votos5,4%
  5. Porto Alegre (RS)974 votos5,1%
  6. Outras 266 cidades7.300 votos37,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Cardinal declarou R$ 553 em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 2,4 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 553
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 385 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 553. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Banrisul aplicacao renda fixa CDBR$ 270
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  2. Banco do brasil conta correnteR$ 162
    Conta corrente no país
  3. Banrisul, conta correnteR$ 86
    Conta corrente no país
  4. Bradesco - acao (21) telefonica brasil SAR$ 34
    Ações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Cardinal declarou ao TSE R$ 176 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 77 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Garruchos (RS) · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 19,5 mil
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 19,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 2.10510,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Garruchos (RS), 2016

Carlos Cardinal: R$ 18,9 por voto (mediana da disputa, R$ 40,9). Quem venceu, Scotto, gastou R$ 40,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 347; o mais barato, R$ 18,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Cardinal. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Neli PSDBR$ 18 mil · 52 votosR$ 347
  • Scotto PPR$ 57 mil · 1.403 votosR$ 40,9
  • Carlos Cardinal PDTR$ 20 mil · 1.036 votosR$ 18,9

Votos por real

  • 2016, prefeito: 53 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 16 votos por R$ 1.000.
  • 2008, prefeito: 123 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 197 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.