Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Carlos Avelino

Carlos Avelino da Silva Filho · nasceu em 1946

Carlos Avelino se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPDT+0,05← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PRONA2006PV2008PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PRONA (2004), PV (2006), PDT (2008).

Dep. federalVereadorPartidoPRONAPVPDT200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 62 anos, superior completo, contador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Maceió (AL)
    PDT 12111· centro-esquerda
    suplente
  2. 2006
    Deputado federal · Alagoas
    PV 4321· centro-esquerda
    suplente3.007 votos; 37º mais votado de 82 no estado
  3. 2004
    Vereador · Maceió (AL)
    PRONA 56111· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Carlos Avelino teve 3.007 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 37º lugar entre 82 candidatos.

Recebeu votos em 74 cidades. Maceió deu 74,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,1%.

3.007 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.007 votos.
  1. Maceió (AL)2.249 votos74,8%
  2. Marechal Deodoro (AL)178 votos5,9%
  3. Arapiraca (AL)74 votos2,5%
  4. São Brás (AL)40 votos1,3%
  5. São Miguel dos Campos (AL)39 votos1,3%
  6. Outras 59 cidades237 votos7,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlos Avelino declarou R$ 330,5 mil em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Alagoas. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2006 e 2008.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 330,5 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 122.589 na declaração)

Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Alagoas em 2008.

  • Carlos AvelinoR$ 330,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 80,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 330,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Imóvel financiado na gruta de lourdesR$ 185,7 mil
    Imóveis
  2. Automóvel honda civic -2001 placa muw 7344R$ 71,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  3. Fundo hiperfundo bradescoR$ 16,6 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Lote n. 23, qd. B-2, lot. jardim mdo hortoR$ 14,3 mil
    Imóveis
  5. Lote n. 12 - lot. barra mar - barra de são miguel/alR$ 11,2 mil
    Imóveis
  6. Casa de campo no sítio são joséR$ 10,2 mil
    Bens rurais e animais
  7. Lote de terreno no desmembramento cidade de limaR$ 9.356
    Imóveis
  8. Saldo de investimento ccdi bradescoR$ 7.927
    Dinheiro e aplicações
  9. Saldo em título de capitalização -unibancoR$ 2.947
    Dinheiro e aplicações
  10. Lotes n. 07/08/09R$ 898
    Imóveis

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlos Avelino declarou ao TSE R$ 80 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 30 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Maceió (AL) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 30,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30,3 mil.
  1. PessoasR$ 25,4 mil84,1%
  2. Próprio bolsoR$ 2.6778,8%
  3. EmpresasR$ 1.0713,5%
  4. Outros candidatosR$ 1.0713,5%

Para onde foi

R$ 30,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30,1 mil.
  1. Material impressoR$ 22 mil73,2%
  2. PessoalR$ 5.62318,7%
  3. OutrosR$ 1.3634,5%
  4. ServiçosR$ 8062,7%
  5. EscritórioR$ 2730,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Maceió (AL), 2008

Mediana da disputa: R$ 44,5 por voto. Quem venceu, Pastor João Luiz, gastou R$ 30,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,1; o mais barato, R$ 30,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 150 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.