Apuração
Governador · 2002 · CIDADANIA

Carlos Alberto Torres

Carlos Alberto Müller Lima Torres · nasceu em 1945

Carlos Alberto Torres disputou uma eleição, em 2002, para governador (Distrito Federal), pelo CIDADANIA: não eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

GovernadorPartidoCIDADANIA2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2002, não eleito.

Declarou ao TSE em 2002: 57 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Governador · Distrito Federal
    CIDADANIA 23· centro
    não eleito19.896 votos, 1,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Carlos Alberto Torres declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, em reais de hoje.

2002 · Governador · Distrito Federal · CIDADANIA · não eleito

De onde veio

R$ 1,2 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1,2 mi
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: governador, Distrito Federal, 2002

Carlos Alberto Torres: R$ 60,3 por voto (mediana da disputa, R$ 14,6). Quem venceu, Roriz, gastou R$ 46,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,3; o mais barato, R$ 6,28.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Alberto Torres. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, governador: 17 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.