Carlos Alberto
Carlos Alberto Vieira Borba · nasceu em 1987
Carlos Alberto disputou uma eleição, em 2008, para prefeito (Catalão (GO)), pelo PSOL: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 21 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Carlos Alberto declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Catalão (GO) · PSOL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Catalão (GO), 2008
Carlos Alberto: R$ 13,8 por voto (mediana da disputa, R$ 142). Quem venceu, Velomar, gastou R$ 142 por voto. O voto mais caro custou R$ 195; o mais barato, R$ 13,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Alberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nair Do Ferro Velho PHSR$ 68 mil · 351 votosR$ 195
- Jardel PSDBR$ 3,3 milhões · 22.410 votosR$ 146
- Velomar MDBR$ 3,6 milhões · 25.139 votosR$ 142
- Carlos Alberto PSOLR$ 6,2 mil · 446 votosR$ 13,8
Votos por real
- 2008, prefeito: 72 votos por R$ 1.000, 10 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.