Apuração
Vereador · 2008 · REPUBLICANOS

Carlinhos Pegoraro

Luiz Carlos Pegoraro · nasceu em 1956

Carlinhos Pegoraro disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Espigão do Oeste (RO)), pelo REPUBLICANOS: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoREPUBLICANOS2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, até o fundamental, pecuarista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    REPUBLICANOS 10123· centro-direita
    suplente294 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlinhos Pegoraro declarou R$ 3,1 mi em bens, em reais de hoje: 32 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia.

R$ 3,1 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.138.220 na declaração)

Declarou 32 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2008.

  • Carlinhos PegoraroR$ 3,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 95,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 188,7 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Lote rural n 10 gleba 10R$ 1,5 mi
    Bens rurais e animais
  2. Lote rural situado gleba 02R$ 835,9 mil
    Bens rurais e animais
  3. 308 Cabeças de gadoR$ 404,5 mil
    Bens rurais e animais
  4. Lote rural n 9R$ 163,7 mil
    Bens rurais e animais
  5. Lote rual 48C/1R$ 80,9 mil
    Bens rurais e animais
  6. Veiculo automovel wv/gol 1R$ 80,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  7. Lote rural n 48 D/1 gleba 23R$ 39,1 mil
    Bens rurais e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Carlinhos Pegoraro declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Espigão do Oeste (RO) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 10,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,9 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 7.86972,4%
  2. Outros candidatosR$ 2.24420,6%
  3. PessoasR$ 7556,9%

Para onde foi

R$ 10,9 mil
O maior gasto foi com outros: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,9 mil.
  1. OutrosR$ 4.33739,9%
  2. ServiçosR$ 3.10628,6%
  3. Material impressoR$ 2.41022,2%
  4. TransporteR$ 7987,3%
  5. EscritórioR$ 2172%

Quanto custou cada voto: vereador, Espigão do Oeste (RO), 2008

Carlinhos Pegoraro: R$ 37 por voto (mediana da disputa, R$ 25). Quem venceu, Tião Da Carroça E Tiãozinho, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 135; o mais barato, R$ 11,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinhos Pegoraro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.