Carlinhos do Vicentin
Sebastiao Carlos de Figueiredo · nasceu em 1961
Carlinhos do Vicentin se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2024.
Passou por 3 partidos: PDT (2012–2016), PL (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 63 anos, até o fundamental, taxista, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012Vereador · Nacip Raydan (MG)PDT 12580· centro-esquerda· na urna, Carlim do Vicentinhosuplente84 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Carlinhos do Vicentin declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 47 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 1,1 mi acima da inflação.
Declarou 47 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Carlinhos do VicentinR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Ribeirão Das NevesR$ 552,3 milLoja
- Ribeirão Das NevesR$ 220,9 milCasa
- Nacip RaydanR$ 176,8 milCasa
- Nacip RaydanR$ 110,5 milTerreno
- Onix PlusR$ 88,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Bairro RoseiraR$ 88,4 milTerreno
- GolR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlinhos do Vicentin declarou ao TSE R$ 8,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Nacip Raydan (MG) · PL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.75586,1%
- Material impressoR$ 28313,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Nacip Raydan (MG), 2020
Carlinhos Do Vicentinho: R$ 23,4 por voto (mediana da disputa, R$ 26,5). Quem venceu, Paulinho Braga, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 351; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinhos Do Vicentinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Juliana Figueiredo DEMR$ 1,8 mil · 5 votosR$ 351
- Nayara Das Casinha PPR$ 1,8 mil · 12 votosR$ 147
- Osvaldo Maria PPR$ 2 mil · 29 votosR$ 70,3
- Ze Rela PPR$ 2 mil · 31 votosR$ 65,7
- Marcia Do Taperao PPR$ 2 mil · 47 votosR$ 43,4
- Sergio Coelho PPR$ 2,3 mil · 87 votosR$ 26,7
- Renato Siqueira PPR$ 2 mil · 77 votosR$ 26,5
- Carlinhos Do Vicentinho PLR$ 2 mil · 87 votosR$ 23,4
- Heitor Rocha PPR$ 1,9 mil · 139 votosR$ 13,7
- Théo Da Saúde PPR$ 2 mil · 154 votosR$ 12,8
- Augusto Detetive PTBR$ 2,1 mil · 169 votosR$ 12,4
- Paulinho Braga PPR$ 2 mil · 187 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2020, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.