Carlinhos do Rondon
Carlos Roberto Dutra · nasceu em 1970
Carlinhos do Rondon se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PTB (2004), PP (2008), DEM (2012), PROS (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlinhos do Rondon declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje: 50 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,3 mi acima da inflação.
Declarou 50 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2020.
- Carlinhos do RondonR$ 1,9 mi
- Mediana dos candidatosR$ 37,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 126,4 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel urbano comercial denominado setor 02 lote 04R$ 861,9 milTerreno
- Imovel urbano comercial denominado 02 lote 03/02R$ 430,9 milTerreno
- Imovel urbano residencialR$ 287,3 milCasa
- Chacara - no municipio de cerejeirasR$ 287,3 milOutros bens e direitos
- DinheiroR$ 4.309Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Carlinhos do Rondon declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Cerejeiras (RO) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.83059,7%
- Próprio bolsoR$ 1.62734,3%
- Fundo eleitoralR$ 2836%
Para onde foi
- PessoalR$ 2.32852,3%
- Material impressoR$ 2.12347,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Cerejeiras (RO), 2020
Carlinhos Do Rondon: R$ 50 por voto (mediana da disputa, R$ 39,2). Quem venceu, Professor Sapata, gastou R$ 13,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 216; o mais barato, R$ 13,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinhos Do Rondon. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Janaina Rocha MDBR$ 7,8 mil · 36 votosR$ 216
- Jennifer Monge PSLR$ 3,6 mil · 39 votosR$ 91,2
- Gabriela Malta PPR$ 3,9 mil · 46 votosR$ 85,3
- Nivia Da Saúde MDBR$ 3,5 mil · 48 votosR$ 73,7
- Ifraim Zigue MDBR$ 9,6 mil · 171 votosR$ 56,3
- Carlinhos Do Rondon PPR$ 4,5 mil · 89 votosR$ 50
- Gilvana Martins PPR$ 3,9 mil · 100 votosR$ 39,2
- Deuzinha PVR$ 3,8 mil · 109 votosR$ 34,5
- Leidi Melo PDTR$ 5 mil · 172 votosR$ 29,2
- Enfermeira Sirlei PPR$ 4,1 mil · 158 votosR$ 25,7
- Gabriel Da Funerária PVR$ 3,9 mil · 237 votosR$ 16,4
- Professor Sapata PSBR$ 3,6 mil · 266 votosR$ 13,4
Votos por real
- 2020, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.