Apuração
Vereador · 2012 · PT

Carlinhos do Correio

Antonio Carlos Soares · nasceu em 1966

Carlinhos do Correio disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Alvinópolis (MG)), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,38← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 46 anos, superior completo, agente postal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Alvinópolis (MG)
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente177 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Carlinhos do Correio declarou R$ 820,2 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 820,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 374.300 na declaração)

Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Carlinhos do CorreioR$ 820,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 820,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Apartamento em construcao sito a rua mosnhor rafael 47 a…R$ 328,7 mil
    Apartamento
  2. Uma casa na rua monsenhor rafael 47R$ 219,1 mil
    Casa
  3. Apartamento em construcaoR$ 219,1 mil
    Apartamento
  4. Automovel santana 2001 placa GMP0056R$ 39,4 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Automovel opala 1978 placa gsb 1061R$ 7.669
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Saldo c/c bradesco em 31/12/2009 agencia 1503-2 c/c 615000-4R$ 6.136
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Carlinhos do Correio declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Alvinópolis (MG) · PT · suplente

De onde veio

R$ 37,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 29,5 mil79,4%
  2. PessoasR$ 7.36519,8%
  3. PartidoR$ 3250,9%

Para onde foi

R$ 37,2 mil
O maior gasto foi com transporte: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,2 mil.
  1. TransporteR$ 22,1 mil59,3%
  2. OutrosR$ 8.81623,7%
  3. PessoalR$ 3.6829,9%
  4. Material impressoR$ 1.7854,8%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 8662,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Alvinópolis (MG), 2012

Carlinhos Do Correio: R$ 210 por voto (mediana da disputa, R$ 59,4). Quem venceu, Ronaldo Torres, gastou R$ 29,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 237; o mais barato, R$ 29,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinhos Do Correio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 4,8 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.