Apuração
Vereador · 2020 · PATRIOTA

Carlinhos do Congonhalzinho

José Carlos Marques · nasceu em 1973

Carlinhos do Congonhalzinho disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Silvianópolis (MG)), pelo PATRIOTA: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPATRIOTA+0,71← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPATRIOTA2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PATRIOTA 51123· direita
    suplente91 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Carlinhos do Congonhalzinho declarou R$ 712,5 mil em bens, em reais de hoje: 33 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 712,5 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 496.000 na declaração)

Declarou 33 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Carlinhos do CongonhalzinhoR$ 712,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 712,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. Terreno rural localizado no município de Silvianópolis/MGR$ 430,9 mil
    Terreno rural
  2. TratorR$ 143,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Terreno urbano localizado no município de Silvianópolis/MGR$ 50,3 mil
    Terreno
  4. Terreno urbano localizado no município de Silvianópolis/MGR$ 43,1 mil
    Terreno
  5. AutomóvelR$ 31,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. MotoR$ 7.182
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. MotoR$ 5.746
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Carlinhos do Congonhalzinho declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, em reais de hoje, 19% de dinheiro público.

2020 · Vereador · Silvianópolis (MG) · PATRIOTA · suplente

De onde veio

R$ 3.129
19% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.129.
  1. Próprio bolsoR$ 1.30541,7%
  2. Outros candidatosR$ 1.11735,7%
  3. PessoasR$ 70822,6%

Para onde foi

R$ 950
O maior gasto foi com material impresso: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 950.
  1. Material impressoR$ 63767,1%
  2. TransporteR$ 28329,8%
  3. EscritórioR$ 303,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Silvianópolis (MG), 2020

Carlinhos Do Congonhalzinho: R$ 10,4 por voto (mediana da disputa, R$ 4,92). Quem venceu, Rosana De Paiva Cachoeira, gastou R$ 0,98 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,2; o mais barato, R$ 0,98.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinhos Do Congonhalzinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.