Carlinhos da Brahma
Carlos Roberto Lins Barbosa · nasceu em 1955
Carlinhos da Brahma disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Porto Calvo (AL)), pelo PC do B: não eleito.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 49 anos, ensino médio, empresario. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Carlinhos da Brahma declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Porto Calvo (AL) · PC do B · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.73780,8%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 65219,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Porto Calvo (AL), 2004
Carlinhos Da Brahma: R$ 63,9 por voto (mediana da disputa, R$ 40). Quem venceu, Kaika, gastou R$ 33,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,9; o mais barato, R$ 33,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinhos Da Brahma. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlinhos Da Brahma PC do BR$ 3,4 mil · 53 votosR$ 63,9
- Dr Ormindo PTBR$ 195 mil · 4.885 votosR$ 40
- Kaika MDBR$ 287 mil · 8.607 votosR$ 33,3
Votos por real
- 2004, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.