Apuração
Vereador · 2024 · UNIÃO

Carlinhos da Barreira

Carlos Augusto Pereira Sodre · nasceu em 1981

Carlinhos da Barreira se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 4.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoUNIÃO+0,53← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSC2016DC2020MDB2022PROS2024UNIÃO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016, 2020 e 2024.

Passou por 5 partidos: PSC (2012), DC (2016), MDB (2020), PROS (2022), UNIÃO (2024).

Dep. estadualVereadorPartidoPSCDCMDBPROSUNIÃO2012201420162018202020222024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.

Declarou ao TSE em 2024: 43 anos, superior completo, vereador, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    UNIÃO 44320· direita
    eleito5.166 votos
  2. 2022
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PROS 90320· direita
    suplente11.716 votos; 152º mais votado de 1.561 no estado
  3. 2020
    MDB 15320· centro-direita
    eleito10.454 votos
  4. 2016
    DC 27320· direita
    eleito5.731 votos
  5. 2012
    PSC 20320· direita· na urna, Carlinho da Barreira
    eleito5.366 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Carlinhos da Barreira teve 11.716 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 152º lugar entre 1.561 candidatos.

Recebeu votos em 46 cidades. Duque de Caxias deu 86,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.

11.716 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 11.716 votos.
  1. Duque de Caxias (RJ)10.105 votos86,2%
  2. Rio de Janeiro (RJ)448 votos3,8%
  3. Magé (RJ)292 votos2,5%
  4. Guapimirim (RJ)121 votos1%
  5. São João de Meriti (RJ)113 votos1%
  6. Outras 31 cidades158 votos1,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Carlinhos da Barreira declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2022, o total caiu R$ 251,6 mil, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.085.000 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2022.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. Apartamento na rua ana neriR$ 1,1 mi
    Apartamento
  2. Proprietário da empresa sodré serviços de transportes e…R$ 180,7 mil
    Outras participações societárias
  3. Dinheiro em conta bancáriaR$ 30,1 mil
    Conta corrente no país
  4. Dinheiro em espécieR$ 12 mil
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Carlinhos da Barreira declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 344 mil, 93% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Duque de Caxias (RJ) · UNIÃO · eleito

De onde veio

R$ 344,1 mil
93% veio de fundos públicos; 18 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 344,1 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Uniao BrasilR$ 320,9 mil93,3%
  2. Pessoas18 pessoas, não nomeadasR$ 23,2 mil6,7%

Para onde foi

R$ 320 mil
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 320 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Domo Grafica LtdaR$ 145,9 mil45,6%
  2. Pessoal36 pessoas, não nomeadasR$ 78,7 mil24,6%
  3. ServiçosR$ 21,9 mil6,8%
  4. InternetR$ 8.7502,7%
  5. EscritórioR$ 20< 0,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Duque de Caxias (RJ), 2024

Carlinhos Da Barreira: R$ 61,9 por voto (mediana da disputa, R$ 75,1). Quem venceu, Claudio Thomaz, gastou R$ 39,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 177; o mais barato, R$ 39,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinhos Da Barreira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 16 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2022, deputado estadual: 76 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.