Apuração
Vice-prefeito · 2020 · MDB

Carlinhos Braga

Eugenio Carlos Braga · nasceu em 1962

Carlinhos Braga se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2012PT2016MDB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PSDB (2008), PT (2012), MDB (2016–2020).

PrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPSDBPTMDB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 58 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Maria da Fé (MG)
    MDB 10· centro-direita
    Na chapa de Arthur Leite
    chapa não eleita230 votos da chapa, 2,4%
  2. 2016
    Prefeito · Maria da Fé (MG)
    MDB 15· centro-direita
    não eleito869 votos, 8,6%
  3. 2012
    Prefeito · Maria da Fé (MG)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito3.354 votos, 33,9%
  4. 2008
    Vereador · Maria da Fé (MG)
    PSDB 45007· centro-direita
    suplente172 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Carlinhos Braga declarou R$ 430,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 51,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 430,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 300.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 430,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlinhos Braga declarou ao TSE R$ 23 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 16 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Prefeito · Maria da Fé (MG) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 15,8 mil
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,8 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 15,5 mil97,5%
  2. Próprio bolsoR$ 3892,5%

Para onde foi

R$ 16,8 mil
O maior gasto foi com material impresso: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Auto Posto Pontal Da Serra Ltda - EppR$ 1.0526,3%
  2. ServiçosR$ 7124,2%
  3. EscritórioR$ 160,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Maria da Fé (MG), 2016

Carlinhos Braga: R$ 19,3 por voto (mediana da disputa, R$ 12,1). Quem venceu, Patricia, gastou R$ 6,63 por voto. O voto mais caro custou R$ 45,1; o mais barato, R$ 2,15.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinhos Braga. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 52 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 567 votos por R$ 1.000, 8,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 172 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.