Apuração
Vereador · 2012 · PSDB

Carlinho do Gusto Caipira

Carlos Augusto da Silva · nasceu em 1974

Carlinho do Gusto Caipira disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Itapeva (MG)), pelo PSDB: eleito.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,26← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSDB2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 38 anos, superior completo, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Itapeva (MG)
    PSDB 45123· centro-direita
    eleito336 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Carlinho do Gusto Caipira declarou R$ 54,8 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 54,8 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 25.000 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Carlinho do Gusto CaipiraR$ 54,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 54,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Carlinho do Gusto Caipira declarou ao TSE R$ 9,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Itapeva (MG) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 9.472
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.472.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 8.12385,8%
  2. Próprio bolsoR$ 1.27413,4%
  3. PartidoR$ 760,8%

Para onde foi

R$ 9.472
O maior gasto foi com material impresso: 79% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.472. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeo2 pessoas, não nomeadasR$ 1.94920,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Itapeva (MG), 2012

Carlinho Do Gusto Caipira: R$ 28,2 por voto (mediana da disputa, R$ 28,9). Quem venceu, Marcio, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 97,3; o mais barato, R$ 17,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlinho Do Gusto Caipira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Izaias Do Cha PTR$ 5,6 mil · 58 votosR$ 97,3
  • Dra Alexandra PSDBR$ 12 mil · 154 votosR$ 76,4
  • Zenildo Do Bar CIDADANIAR$ 4,9 mil · 93 votosR$ 52,8
  • Eliza CIDADANIAR$ 4,8 mil · 114 votosR$ 42,4
  • Priscila PVR$ 6,1 mil · 156 votosR$ 38,9
  • Timbiré PSDR$ 5,9 mil · 173 votosR$ 33,8
  • Dadá CIDADANIAR$ 8,5 mil · 295 votosR$ 28,9
  • Carlinho Do Gusto Caipira PSDBR$ 9,5 mil · 336 votosR$ 28,2
  • João Coalhada PSDBR$ 4,4 mil · 170 votosR$ 26,1
  • Gustavo CIDADANIAR$ 6 mil · 250 votosR$ 23,8
  • Toni Japonês PPR$ 4,6 mil · 197 votosR$ 23,2
  • Marcio PSDBR$ 5,5 mil · 314 votosR$ 17,7

Votos por real

  • 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.