Carlinho da Tina
Carlos Roberto de Sousa · nasceu em 1960
Carlinho da Tina se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PDT (2004), PSC (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2004Vereador · Dores do Indaiá (MG)PDT 12111· centro-esquerda· na urna, Carlinhos da Tinasuplente159 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Carlinho da Tina declarou R$ 50,4 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Carlinho da TinaR$ 50,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlinho da Tina declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 1,5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Dores do Indaiá (MG) · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.43493,2%
- PartidoR$ 1046,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 78050,7%
- Material impressoR$ 43328,2%
- ServiçosR$ 32521,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Dores do Indaiá (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 52,5 por voto. Quem venceu, Zé Roia, gastou R$ 5,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 5,89.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tomé Pierre PDTR$ 14 mil · 92 votosR$ 147
- Osanam (Bazar) PSDBR$ 21 mil · 282 votosR$ 76
- Carlinho Diné PSDBR$ 5,6 mil · 91 votosR$ 61,3
- Cristina Professora PVR$ 8,6 mil · 144 votosR$ 59,7
- Marlene Oliveira PTR$ 11 mil · 192 votosR$ 57,5
- Oldack Professor PVR$ 11 mil · 214 votosR$ 53,5
- Léo Bombril DEMR$ 19 mil · 361 votosR$ 52,5
- Marise Advogada PSDBR$ 6,5 mil · 130 votosR$ 49,6
- Adivaldo Gica PVR$ 6,7 mil · 169 votosR$ 39,9
- Vanderlei Batata PSLR$ 9,7 mil · 351 votosR$ 27,7
- Elias Ferry AGIRR$ 7 mil · 288 votosR$ 24,3
- Zé Roia PVR$ 5,1 mil · 862 votosR$ 5,89
Votos por real
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 159 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.