Carlinho Boca Preta
Carlos Roberto dos Santos · nasceu em 1961
Carlinho Boca Preta se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, trabalhador de construção civil, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Naque (MG)PT 13· centro-esquerdaNa chapa de Dr Lucianochapa não eleita1.613 votos da chapa, 37,0%
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Carlinho Boca Preta declarou R$ 334,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 148,6 mil acima da inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carlinho Boca Preta declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 750.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Naque (MG) · PT · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 35557,7%
- Próprio bolsoR$ 17328,2%
- PessoasR$ 8714,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 52985,9%
- ServiçosR$ 8714,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Naque (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 64,1 por voto. Quem venceu, Zuca, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 508; o mais barato, R$ 27,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Maria Dentão PVR$ 7,6 mil · 15 votosR$ 508
- Marcone Barbosa PSDBR$ 11 mil · 49 votosR$ 228
- Loidinha Do Devarly PSDBR$ 9,5 mil · 42 votosR$ 225
- Edson Mangão PSDBR$ 15 mil · 138 votosR$ 106
- Zé Ferreira PSDBR$ 9,6 mil · 112 votosR$ 85,8
- Luiz Do Mangueiras PSDBR$ 7,6 mil · 111 votosR$ 68,8
- Maíco PSDBR$ 9,5 mil · 148 votosR$ 64,1
- Elias PSBR$ 6,9 mil · 134 votosR$ 51,4
- Fernandão PTR$ 5,3 mil · 122 votosR$ 43,4
- Jeova PTR$ 5,7 mil · 149 votosR$ 38,4
- Ruimar Do Campo PTR$ 6,4 mil · 177 votosR$ 36
- Zuca PTR$ 4,8 mil · 174 votosR$ 27,7
Votos por real
- 2012, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.