Maico
José Ismair Gonçalves · nasceu em 1953
Maico se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Maico declarou R$ 177,9 mil em bens, em reais de hoje: 6,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 91,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- MaicoR$ 177,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Maico declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Naque (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 65647,9%
- PessoasR$ 48635,5%
- Outros candidatosR$ 22716,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.13382,8%
- Material impressoR$ 22716,6%
- EscritórioR$ 80,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Naque (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 81,3 por voto. Quem venceu, Fernandão, gastou R$ 26,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 329; o mais barato, R$ 26,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Manos Bar DCR$ 4,9 mil · 15 votosR$ 329
- Tael MDBR$ 4,7 mil · 27 votosR$ 174
- Edson Paulista DCR$ 5,2 mil · 36 votosR$ 144
- Marquinho Do Deposito DCR$ 17 mil · 157 votosR$ 106
- Elias PSBR$ 10 mil · 106 votosR$ 98,1
- Ruimar Do Campo PTR$ 8,1 mil · 100 votosR$ 81,4
- Paulo Barreto MDBR$ 5,3 mil · 65 votosR$ 81,3
- Luciano Do 14 PROSR$ 5,9 mil · 114 votosR$ 52
- Adevarly PROSR$ 4,6 mil · 108 votosR$ 42,9
- Edson Mangão PSDBR$ 5,2 mil · 144 votosR$ 36,2
- Dona Laura PTR$ 4,7 mil · 169 votosR$ 28
- Fernandão PROSR$ 4,6 mil · 173 votosR$ 26,5
Votos por real
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.