Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Carlim

Carlos Alberto Ferreira · nasceu em 1964

Carlim disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Baliza (GO)), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 44 anos, ensino médio, agente administrativo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Baliza (GO)
    MDB 15122· centro
    suplente38 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlim declarou R$ 207,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás.

R$ 207,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 77.000 na declaração)

Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2008.

  • CarlimR$ 207,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 207,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Carlim declarou ao TSE R$ 1,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Baliza (GO) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 1.534
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.534.
  1. PessoasR$ 1.13073,6%
  2. Outros candidatosR$ 1509,8%
  3. EmpresasR$ 1429,2%
  4. PartidoR$ 1127,3%

Para onde foi

R$ 1.534
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Baliza (GO), 2008

Carlim: R$ 40,4 por voto (mediana da disputa, R$ 18,7). Quem venceu, Guimar, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,7; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.