Carlão do Parapente
Carlos Henrique de Oliveira Carvalho · nasceu em 1971
Carlão do Parapente se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: PL (2004), PRONA (2006), PL (2008), PSD (2012), AGIR (2016), PRTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, superior completo, militar reformado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012Vereador · Paty do Alferes (RJ)PSD 55001· direita· na urna, Carlos do Barro Brancocandidatura não chegou à urna
- 2008Vice-prefeito · Paty do Alferes (RJ)PL 33· direita· na urna, Carlos do Barro BrancoNa chapa de Paulo Soutochapa não eleita663 votos da chapa, 4,0%
- 2006Deputado federal · Rio de JaneiroPRONA 5634· direita· na urna, Carlos Henriquesuplente3.415 votos; 218º mais votado de 707 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Carlão do Parapente teve 3.415 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 218º lugar entre 707 candidatos.
Recebeu votos em 44 cidades. Paty do Alferes deu 44,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Carlão do Parapente declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 1 mi acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Os 9 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa no bairro Village São RoqueR$ 491,1 milCasa
- Casa no bairro Barro BrancoR$ 222,7 milCasa
- Peugeot 3008R$ 201,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Motocicleta Triumph Tiger Explorer XC 2013/2014R$ 63,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Jeep Cherokee LaredoR$ 60,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupança no Banco ItaúR$ 28,7 milCaderneta de poupança
- VW Variant, 1972R$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Aplicacoes de renda fixa no banco itauR$ 5.104Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- Poupança Caixa Econômica FederalR$ 2.175Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlão do Parapente declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Miguel Pereira (RJ) · PRTB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 84290,8%
- PessoasR$ 859,2%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Miguel Pereira (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 17,4 por voto. Quem venceu, Evandro Taubinha, gastou R$ 4,54 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,7; o mais barato, R$ 4,54.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Dani Martins REPUBLICANOSR$ 3 mil · 60 votosR$ 50,7
- Wilson Monteiro REPUBLICANOSR$ 13 mil · 405 votosR$ 32,5
- Dejair Lopes Rêgo PPR$ 5,8 mil · 200 votosR$ 29
- Professor Ricardo PSOLR$ 7,3 mil · 260 votosR$ 27,9
- Mongin PPR$ 9,1 mil · 411 votosR$ 22
- Bolivar PSCR$ 2,5 mil · 146 votosR$ 17,4
- Mauricio Dentista PPR$ 3,9 mil · 302 votosR$ 13
- Wania De Conrado PLR$ 4 mil · 416 votosR$ 9,58
- Domi PSCR$ 4 mil · 490 votosR$ 8,09
- Vitor Ralha PSCR$ 5,8 mil · 988 votosR$ 5,87
- Evandro Taubinha PLR$ 2,7 mil · 584 votosR$ 4,54
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 275 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.