Domi
Eduardo Paulo Correa · nasceu em 1949
Domi se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: PSC (2004), PL (2008–2016), PSC (2020), PL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 74 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Domi declarou R$ 548,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total caiu R$ 435,6 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.
Os 12 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Carro toyotaR$ 102 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- PoloR$ 88,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- PoupançaR$ 77,9 milCaderneta de poupança
- Miguel pereiraR$ 69 milCasa
- Miguel pereiraR$ 61,3 milCasa
- PoupançaR$ 42 milCaderneta de poupança
- ConsórcioR$ 35,2 milConsórcio não contemplado
- 50% Casa miguel pereiraR$ 34,6 milCasa
- OnixR$ 30,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- ContaR$ 5.599Conta corrente no país
- ContaR$ 1.027Conta corrente no país
- ContaR$ 774Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Domi declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Miguel Pereira (RJ) · PL · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.62538,2%
- PartidoTudo de Progressistas - Miguel Pereira - Rj - MunicipalR$ 1.97728,8%
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Miguel Pereira - Rj - MunicipalR$ 1.75825,6%
- PessoasR$ 5037,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Miguel Pereira (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 91,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 875; o mais barato, R$ 18,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Caíque MDBR$ 22 mil · 25 votosR$ 875
- Fernando Portela PPR$ 22 mil · 42 votosR$ 521
- Claudinha Dantas PTR$ 27 mil · 116 votosR$ 236
- Gloria Araujo PLR$ 20 mil · 87 votosR$ 226
- Marco Aurélio Queiroz PTR$ 11 mil · 74 votosR$ 147
- Enilda Fernandes PTR$ 25 mil · 175 votosR$ 145
- Tia Pry PODER$ 6,9 mil · 75 votosR$ 91,8
- Albino Portella PPR$ 22 mil · 314 votosR$ 69,7
- Roberto De Almeida Macarrão PPR$ 20 mil · 335 votosR$ 59,9
- Diego Do Dika PSDR$ 9,1 mil · 231 votosR$ 39,3
- Advogada Ana Paula PC do BR$ 14 mil · 406 votosR$ 35,7
- Sinho Venancio REPUBLICANOSR$ 11 mil · 599 votosR$ 18,3
Votos por real
- 2024, vereador: 222 votos por R$ 1.000, 5,6 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 5,9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.