Carina Muniz
Carina Donini Ruppel · nasceu em 1987
Carina Muniz se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleita em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2016 e 2024.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 37 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Carina Muniz declarou R$ 404,4 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 99,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- Carina MunizR$ 404,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Imovel rural 50% localizado na linha sertanejaR$ 209,9 milTerra nua
- Valor em conta conjunto sicoobR$ 165,7 milConta corrente no país
- Valor em conta banco do brasilR$ 16,6 milConta corrente no país
- Valor em especieR$ 11 milDinheiro em espécie
- Valor em conta caixa economica federalR$ 1.215Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Carina Muniz declarou ao TSE R$ 31 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereadora: R$ 23 mil, 97% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereadora · Bom Jesus do Sul (PR) · PP · eleita
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 10,9 mil47,7%
- Fundo partidárioTudo de Progressistas - Brasil - Br - NacionalR$ 10,9 mil47,7%
- PessoasR$ 5472,4%
- Outros candidatosR$ 5002,2%
Para onde foi
- Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 18,4 mil82,7%
- Material impressoTudo de Vilmar Teixeira 00161610099R$ 2.27710,2%
- TransporteTudo de Kreiner Pazuch LtdaR$ 1.2985,8%
- OutrosR$ 2731,2%
Quanto custou cada voto: vereadora, Bom Jesus do Sul (PR), 2024
Carina Muniz: R$ 63,6 por voto (mediana da disputa, R$ 63,6). Quem venceu, Neodir, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 14,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carina Muniz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Gilberto Teixeira PPR$ 9,3 mil · 53 votosR$ 176
- Ivete Giordani PPR$ 22 mil · 155 votosR$ 143
- Mari Schmidt PPR$ 33 mil · 237 votosR$ 139
- Clodoaldo PPR$ 20 mil · 182 votosR$ 108
- Adair Da Rosa PPR$ 9,1 mil · 94 votosR$ 97
- Carina Muniz PPR$ 22 mil · 350 votosR$ 63,6
- Ceni PPR$ 12 mil · 263 votosR$ 45,4
- Clauderi PPR$ 9,3 mil · 208 votosR$ 44,8
- Dilamar Sabi PPR$ 9,1 mil · 222 votosR$ 41,2
- Dino De Marchi PPR$ 9,2 mil · 246 votosR$ 37,2
- Neodir PTR$ 3,3 mil · 231 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2024, vereadora: 16 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 33 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.