Apuração
Vereador · 2004 · MDB

Careca

Nivaldo de Melo Lima · nasceu em 1958

Careca se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB−0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2004MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2002), MDB (2004).

Dep. estadualVereadorPartidoPDTMDB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 46 anos, até o fundamental, membro das forcas armadas. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    MDB 15123· centro
    não eleito439 votos
  2. 2002
    Deputado estadual · Pará
    PDT 12712· centro-esquerda· na urna, Lima
    suplente5 votos; 430º mais votado de 434 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Careca teve 5 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 430º lugar entre 434 candidatos.

Recebeu votos em 2 cidades. Belém deu 80,0% deles.

5 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 5 votos.
  1. Belém (PA)4 votos80%
  2. Concórdia do Pará (PA)1 voto20%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Careca declarou ao TSE R$ 6,2 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Augusto Corrêa (PA) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 6.158
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 6.158
O maior gasto foi com material impresso: 89% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.158.
  1. Material impressoR$ 5.47388,9%
  2. EventosR$ 68411,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Augusto Corrêa (PA), 2004

Careca: R$ 14 por voto (mediana da disputa, R$ 14,9). Quem venceu, Rosemiro, gastou R$ 11 por voto. O voto mais caro custou R$ 27; o mais barato, R$ 10,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Careca. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.