Candido Lima
nasceu em 1948
Candido Lima disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (São Domingos do Maranhão (MA)), pelo PDT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 56 anos, superior completo, economista. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Candido Lima declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · São Domingos do Maranhão (MA) · PDT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 12,3 mil71,5%
- Outros1 pessoas, não nomeadasR$ 4.88728,5%
Para onde foi
- Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 3.25819%
Quanto custou cada voto: prefeito, São Domingos do Maranhão (MA), 2004
Candido Lima: R$ 150 por voto (mediana da disputa, R$ 20,4). Quem venceu, Nogueira, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 150; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Candido Lima. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Candido Lima PDTR$ 17 mil · 114 votosR$ 150
- Tratorzão DEMR$ 197 mil · 9.633 votosR$ 20,4
- Nogueira MDBR$ 136 mil · 9.649 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2004, prefeito: 6,7 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.