Apuração
Prefeita · 2020 · PC do B

Camila Lanes

Camila Cristina Lanes da Silva · nasceu em 1996

Camila Lanes se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2020, e foi eleita em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,62← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018PC do B2020PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PC do B.

Dep. federalPrefeitaPartidoPC do B20182020
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2020, não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 24 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeita · Curitiba (PR)
    PC do B 65· esquerda
    não eleita1.881 votos, 0,2%
  2. 2018
    Deputada federal · Paraná
    PC do B 6522· esquerda
    suplente1.657 votos; 207º mais votada de 415 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Camila Lanes teve 1.657 votos para deputada federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 207º lugar entre 415 candidatos.

Recebeu votos em 161 cidades. Curitiba deu 24,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,2%.

1.657 votos
votos para deputada federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.657 votos.
  1. Curitiba (PR)407 votos24,6%
  2. São José dos Pinhais (PR)138 votos8,3%
  3. Foz do Iguaçu (PR)108 votos6,5%
  4. Pato Branco (PR)94 votos5,7%
  5. Londrina (PR)69 votos4,2%
  6. Outras 146 cidades544 votos32,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Camila Lanes declarou ao TSE R$ 216 mil em receitas, em reais de hoje, 99% de dinheiro público.

2020 · Prefeita · Curitiba (PR) · PC do B · não eleita

De onde veio

R$ 215,7 mil
99% veio de fundos públicos; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 215,7 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Comunista Do Brasil - Brasil - Br - NacionalR$ 192,2 mil89,1%
  2. Fundo partidárioTudo de Partido Comunista Do Brasil - Brasil - Br - NacionalR$ 20,4 mil9,4%
  3. PessoasR$ 1.8110,8%
  4. VaquinhaR$ 1.3660,6%

Para onde foi

R$ 228,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 50% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 228,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal61 pessoas, não nomeadasR$ 114,6 mil50,2%
  2. TransporteR$ 2.1230,9%

Quanto custou cada voto: prefeita, Curitiba (PR), 2020

Camila Lanes: R$ 121 por voto (mediana da disputa, R$ 54,9). Quem venceu, Rafael Greca, gastou R$ 10,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 144; o mais barato, R$ 2,72.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Camila Lanes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeita: 8,3 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.