Apuração
Vereador · 2016 · PT

Calinho

Carlos Marçal Demarchi · nasceu em 1969

Calinho disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Atalanta (SC)), pelo PT: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,40← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Atalanta (SC)
    PT 13000· centro-esquerda
    eleito248 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Calinho declarou R$ 459,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 459,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 282.885 na declaração)

Declarou 4,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.

  • CalinhoR$ 459,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 459,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Um terreno rural com benfeitorias medindo 11.75HA em…R$ 227,5 mil
    Terreno rural
  2. Um terreno urbano sem benfeitorias medindo 382R$ 113,7 mil
    Terreno
  3. Saldo em conta corrente junto ao banco do brasil n. 27995-1R$ 55,6 mil
    Caderneta de poupança
  4. Um automóvel caminhonete montana ano 2014 ano valor deR$ 48,7 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Deposito em conta corrente junto ao banco do brasil de…R$ 14 mil
    Conta corrente no país
  6. Um automóvel ford fiesta ano 2010/2011 no valor deR$ 49
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Saldo em conta poupança junto a caixa econômica de…R$ 6
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Calinho declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Atalanta (SC) · PT · eleito

De onde veio

R$ 10,5 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,5 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 9.13187%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 1.29512,3%
  3. Outros candidatosR$ 700,7%

Para onde foi

R$ 10,5 mil
O maior gasto foi com transporte: 63% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 10,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Quanto custou cada voto: vereador, Atalanta (SC), 2016

Calinho: R$ 42,3 por voto (mediana da disputa, R$ 52,4). Quem venceu, Zulnei, gastou R$ 23,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 309; o mais barato, R$ 23,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Calinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.