Cadoca
Carlos Eduardo Cintra da Costa Pereira · nasceu em 1940
Cadoca se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, nas duas medidas
As medidas concordam: ele fica entre +0,06 e +0,09 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).
Votou como o governo orientou em 93% das votações, e com a maioria do próprio partido em 77%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002, 2006 e 2010.
Passou por 4 partidos: MDB (2002–2006), PSC (2008–2010), PC do B (2014), SOLIDARIEDADE (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2018: 78 anos, superior completo, advogado, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2014Deputado federal · PernambucoPC do B 6540· esquerdasuplente41.226 votos; 32º mais votado de 155 no estado
- 2010
- 2008
- 2006
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Cadoca teve 41.226 votos para deputado federal, 0,9% dos votos válidos do estado: 32º lugar entre 155 candidatos.
Recebeu votos em 144 cidades. Recife deu 26,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,5%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Cadoca declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 143.574 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 139,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 143.574 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Pernambuco em 2018.
- CadocaR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 9
- Mediana dos eleitosR$ 1,4 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 9 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 638,3 milPrevidência VGBL
- #Nulo#R$ 322,7 milApartamento
- #Nulo#R$ 152,8 milOutras aplicações
- #Nulo#R$ 62,1 milConta corrente no país
- #Nulo#R$ 43,8 milApartamento
- #Nulo#R$ 39,2 milOutras aplicações
- #Nulo#R$ 28 milOutros bens e direitos
- #Nulo#R$ 3.523Caderneta de poupança
- #Nulo#R$ 1.878Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cadoca declarou ao TSE R$ 7,8 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 2,9 milhões.
Campanha a campanha
2014 · Deputado federal · Pernambuco · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 67,3 mil4,5%
- PessoasR$ 6.8160,5%
Para onde foi
- RepassesR$ 65,3 mil4,4%
- OutrosR$ 52,4 mil3,5%
- PesquisasR$ 29,2 mil2%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Pernambuco, 2014
Cadoca: R$ 36 por voto (mediana da disputa, R$ 28,7). Quem venceu, Danilo Cabral, gastou R$ 9,27 por voto. O voto mais caro custou R$ 150; o mais barato, R$ 9,27.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cadoca. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roberto Teixeira PPR$ 2,4 milhões · 16.181 votosR$ 150
- Pastor Vilalba PPR$ 1,5 milhão · 11.199 votosR$ 134
- Fernando Monteiro PPR$ 5,7 milhões · 50.128 votosR$ 113
- Mendonça Filho DEMR$ 6,7 milhões · 88.250 votosR$ 75,9
- Raul Jungmann CIDADANIAR$ 2,7 milhões · 36.866 votosR$ 72,8
- Pedro Eugênio PTR$ 3,7 milhões · 61.025 votosR$ 60,4
- Bruno Araújo PSDBR$ 7,3 milhões · 131.768 votosR$ 55,7
- Luciana Santos PC do BR$ 4,5 milhões · 85.053 votosR$ 52,4
- Luciano Bivar PSLR$ 1,2 milhão · 24.840 votosR$ 49,7
- Dilson Peixoto PTR$ 1,8 milhão · 38.552 votosR$ 47,8
- Augusto Coutinho SOLIDARIEDADER$ 3 milhões · 67.918 votosR$ 43,9
- Cadoca PC do BR$ 1,5 milhão · 41.226 votosR$ 36
- Wolney Queiroz PDTR$ 3 milhões · 86.739 votosR$ 35,2
- Betinho PSDBR$ 3,2 milhões · 97.269 votosR$ 32,7
- Silvio Costa PSCR$ 3,3 milhões · 103.461 votosR$ 32,2
- Anderson Ferreira PLR$ 4,3 milhões · 150.565 votosR$ 28,7
- Tadeu Alencar PSBR$ 2,6 milhões · 102.669 votosR$ 25,4
- Andre De Paula PSDR$ 2,5 milhões · 100.875 votosR$ 24,4
- Jorge Côrte Real PTBR$ 2 milhões · 86.023 votosR$ 23,4
- Carlos Geraldo REPUBLICANOSR$ 1,3 milhão · 56.597 votosR$ 22,2
- Joao Fernando Coutinho PSBR$ 2,4 milhões · 120.059 votosR$ 20,3
- Eduardo Da Fonte PPR$ 5,2 milhões · 283.567 votosR$ 18,4
- Felipe Carreras PSBR$ 3,3 milhões · 187.348 votosR$ 17,5
- Mozart Sales PTR$ 1,2 milhão · 73.967 votosR$ 16,7
- Jarbas MDBR$ 3,8 milhões · 227.470 votosR$ 16,7
- Fernando Filho PSBR$ 1,8 milhão · 112.684 votosR$ 15,5
- Marinaldo Rosendo PSBR$ 1,4 milhão · 97.380 votosR$ 14,7
- Daniel Coelho PSDBR$ 1,5 milhão · 138.825 votosR$ 10,8
- Sebastiao Oliveira PLR$ 1,1 milhão · 115.926 votosR$ 9,87
- Danilo Cabral PSBR$ 1,1 milhão · 113.588 votosR$ 9,27
Votos por real
- 2014, deputado federal: 29 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 42 votos por R$ 1.000, 58% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 55 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 153 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.