Cachorrão
Gilvan Ribeiro da Costa · nasceu em 1979
Cachorrão se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 3 partidos: PT (2008), PP (2012), MDB (2016–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 45 anos, ensino médio, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Cachorrão declarou R$ 425,3 mil em bens, em reais de hoje: 38 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 390,2 mil acima da inflação.
Declarou 38 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2024.
- CachorrãoR$ 425,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 11 mil
- Mediana dos eleitosR$ 90 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Terreano area de 31.82 háR$ 291,6 milTerreno rural
- Carro crev/tracker 12T a PRR$ 93,9 milConsórcio não contemplado
- 15 Bolvinos sendo 10 fermeas e 5 machosR$ 26,5 milOutros bens e direitos
- Honda/nxr 160 bras SER$ 13,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Cachorrão declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Coronel João Sá (BA) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 6.03078,6%
- Próprio bolsoR$ 1.64121,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel João Sá (BA), 2024
Cachorrão: R$ 8,70 por voto (mediana da disputa, R$ 12,8). Quem venceu, Katson, gastou R$ 6,60 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.316; o mais barato, R$ 6,60.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cachorrão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Silvania Da Oficina PSOLR$ 14 mil · 11 votosR$ 1.316
- Aparecida Do Serrotinho PSOLR$ 17 mil · 18 votosR$ 966
- Joice De Milton De Bilu PVR$ 8,5 mil · 36 votosR$ 235
- Barbara Da Estacio PPR$ 13 mil · 83 votosR$ 159
- Alessandra De Iran De Zé De Jo PPR$ 17 mil · 681 votosR$ 25,5
- Kelly De Gercilio PPR$ 12 mil · 698 votosR$ 17,8
- Marcia De Ronivon PVR$ 12 mil · 922 votosR$ 12,8
- Léo De Lié MDBR$ 11 mil · 981 votosR$ 11,3
- Dé De Terezinha PVR$ 9,5 mil · 952 votosR$ 9,95
- Manoel De Avelina PC do BR$ 7,6 mil · 815 votosR$ 9,38
- Cachorrão MDBR$ 7,3 mil · 838 votosR$ 8,70
- Katson MDBR$ 7,2 mil · 1.084 votosR$ 6,60
Votos por real
- 2024, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 190 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 145 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.