Cacalo
Antonio Carlos Lima Rezende · nasceu em 1953
Cacalo se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 2 partidos: PTB (2002–2008), PRTB (2010), PTB (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, não eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010
- 2008
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Cacalo teve 6.441 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 50º lugar entre 264 candidatos.
Recebeu votos em 90 cidades. Pão de Açúcar deu 51,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Cacalo declarou R$ 372,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 173,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Alagoas em 2012.
- CacaloR$ 372,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 328,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 527,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 11 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa - conjunto jacarecica, rua b n. 30 - maceio-alR$ 183 milCasa
- Apartamento n. 206R$ 87,7 milApartamento
- Apartamento -rua bancario francisco vicente de souzaR$ 54,8 milApartamento
- Imovel ruralR$ 11,8 milTerreno rural
- Lote no pontal do coruripe n. 165 quadra aR$ 11 milTerreno
- Tres linhas telefonicasR$ 9.613Linha telefônica
- Brasilprev VGBLR$ 8.338Conta corrente no país
- Caixa economica federalR$ 3.666Conta corrente no país
- Conta estiloR$ 1.302Conta corrente no país
- Ações tipo pnR$ 982Ações
- Ações do banco do brasil tipo onR$ 99Ações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Cacalo declarou ao TSE R$ 648 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 219 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Pão de Açúcar (AL) · PTB · não eleito
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 51,2 mil62,3%
- Próprio bolsoR$ 31 mil37,7%
Para onde foi
- OutrosR$ 2.5823,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6500,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pão de Açúcar (AL), 2012
Cacalo: R$ 14,2 por voto (mediana da disputa, R$ 14,2). Quem venceu, Jorge Dantas, gastou R$ 66,1 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cacalo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jorge Dantas PSDBR$ 498 mil · 7.539 votosR$ 66,1
- Cacalo PTBR$ 82 mil · 5.812 votosR$ 14,2
Votos por real
- 2012, prefeito: 71 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 45 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.