Cabo Valdez
Valdez Barros da Silva · nasceu em 1956
Cabo Valdez se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PDT (2002), MDB (2012), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, até o fundamental, policial militar, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Porto Grande (AP)PP 22· direitaNa chapa de Romulo Nascimentochapa não eleita2.320 votos da chapa, 22,0%
- 2012
- 2002Deputado estadual · AmapáPDT 12241· centro-esquerdasuplente1.367 votos; 62º mais votado de 253 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Cabo Valdez teve 1.367 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 62º lugar entre 253 candidatos.
Recebeu votos em 16 cidades. Macapá deu 72,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Cabo Valdez declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Amapá em 2012.
- Cabo ValdezR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 224,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 333,2 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Cabo Valdez declarou ao TSE R$ 287 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 286 mil.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Porto Grande (AP) · MDB · não eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 162,2 mil56,7%
- Próprio bolsoR$ 65 mil22,7%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 59 mil20,6%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 64,8 mil22,7%
- EscritórioR$ 4< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Porto Grande (AP), 2012
Cabo Valdez: R$ 251 por voto (mediana da disputa, R$ 27,2). Quem venceu, Tonho, gastou R$ 27,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 251; o mais barato, R$ 4,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cabo Valdez. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2012, prefeito: 4 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 1.367 votos por R$ 1.000, 24 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.