Apuração
Prefeito · 2008 · MDB

Cabelouro

José Ribamar Pereira · nasceu em 1944

Cabelouro se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2006MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

Dep. estadualPrefeitoPartidoMDB2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 64 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Prefeito · Boa Hora (PI)
    MDB 15· centro
    não eleito1.607 votos, 41,9%
  2. 2006
    Deputado estadual · Piauí
    MDB 15115· centro
    suplente16.249 votos; 38º mais votado de 179 no estado
  3. 2002
    Deputado estadual · Piauí
    MDB 15115· centro
    suplente14.591 votos; 33º mais votado de 184 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Cabelouro teve 16.249 votos para deputado estadual, 1,0% dos votos válidos do estado: 38º lugar entre 179 candidatos.

Recebeu votos em 159 cidades. Barras deu 44,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,6%.

16.249 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 16.249 votos.
  1. Barras (PI)7.157 votos44%
  2. Teresina (PI)1.941 votos11,9%
  3. Miguel Alves (PI)1.166 votos7,2%
  4. Boa Hora (PI)919 votos5,7%
  5. Cabeceiras do Piauí (PI)695 votos4,3%
  6. Outras 144 cidades1.364 votos8,4%
As outras 1 eleições para deputado
14.591 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 14.591 votos.
  1. Barras (PI)6.278 votos43%
  2. Teresina (PI)1.582 votos10,8%
  3. Boa Hora (PI)1.322 votos9,1%
  4. Miguel Alves (PI)1.015 votos7%
  5. José de Freitas (PI)467 votos3,2%
  6. Outras 146 cidades1.522 votos10,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Cabelouro declarou R$ 191,9 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 191,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 71.151 na declaração)

Declarou 62% da mediana dos candidatos a prefeito no Piauí em 2008.

  • CabelouroR$ 191,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 311,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 364 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 191,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Uma casa sit. a rua pires de castroR$ 61,1 mil
    Imóveis
  2. Uma casa sit. a rua gervásio piresR$ 45,8 mil
    Imóveis
  3. Uma propriedade malhada altaR$ 45,8 mil
    Outros
  4. 80 Quotas de capital na radio clube de barras LTDAR$ 14,6 mil
    Empresas e participações
  5. Uma propriedade buriti dos britos 185R$ 9.168
    Outros
  6. Uma propriedade campo redondo c/ 564.000.00 hectR$ 9.168
    Outros
  7. Uma proprieda sitio novo c/ 23 hectR$ 6.113
    Bens rurais e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Cabelouro declarou ao TSE R$ 381 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 205 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · Boa Hora (PI) · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 90,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 90,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 48 mil53,2%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 36,9 mil40,9%
  3. EmpresasTudo de Guimarães, Amorim & Freitas Procuradores Associados S/CR$ 5.3555,9%

Para onde foi

R$ 90,3 mil
O maior gasto foi com outros: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 90,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Comercio Carvalho LtdaR$ 22,2 mil24,6%
  2. ServiçosR$ 2680,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, Boa Hora (PI), 2008

Cabelouro: R$ 56,2 por voto (mediana da disputa, R$ 56,2). Quem venceu, Dr. Coelho, gastou R$ 62,3 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cabelouro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 18 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 79 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 170 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.