Budu
Marcos Vinicius da Cruz Pinheiro · nasceu em 1982
Budu se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 33 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Budu declarou R$ 169 mil em bens, em reais de hoje: 5,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2012 e 2016.
Declarou 5,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- BuduR$ 169 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Budu declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Abre Campo (MG) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.07647,2%
- PessoasR$ 2.75342,2%
- Outros candidatosR$ 69310,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 2.59139,7%
- TransporteR$ 2.23434,3%
- Material impressoR$ 1.53023,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1672,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Abre Campo (MG), 2016
Budu: R$ 25,9 por voto (mediana da disputa, R$ 23,5). Quem venceu, Leo Padirim, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Budu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leandro Queiroz DEMR$ 8,9 mil · 82 votosR$ 108
- Zé Romildo DEMR$ 9,6 mil · 153 votosR$ 62,6
- Zé Maria Santana REPUBLICANOSR$ 8,2 mil · 277 votosR$ 29,5
- Mundim Caetano PHSR$ 7 mil · 240 votosR$ 29
- Jorge Do Sindicato PPLR$ 6,6 mil · 251 votosR$ 26,3
- Budu PVR$ 6,5 mil · 252 votosR$ 25,9
- Celinho Paiva PHSR$ 12 mil · 490 votosR$ 23,5
- Joanas Venâncio MDBR$ 7 mil · 344 votosR$ 20,3
- Wantuil Sampaio CIDADANIAR$ 7,8 mil · 535 votosR$ 14,7
- César Patrício PSDR$ 7,3 mil · 572 votosR$ 12,7
- Zé Célio Do Totinho PLR$ 6,5 mil · 553 votosR$ 11,8
- Leo Padirim PROSR$ 6,3 mil · 594 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.