Apuração
Senador · 2026 · PL

Bruno Scheid

nasceu em 1983

Bruno Scheid disputou uma eleição, em 2026, para senador (Rondônia), pelo PL: eleito.

01

Direita, nas duas medidas

As medidas concordam: ele fica entre +0,76 e +0,86 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).

Pelo que diz2 reportagens+0,86Pelo partidoPL+0,76← esquerdacentrodireita →

Tema por tema, pelo que diz

BS

Pelo que diz

+0,86

direita

Bruno Scheid

Senador · PL

De +0,63 a +1,00 (90%), por 2 reportagens de 2 veículos, 2026.

partidoCentro do pentágono: esquerda; borda: direita.
EconomiaSegurançaCostumesMeio ambienteInstituições
  • Cost.––
  • Amb.––
  • Inst.––

Toque num tema para ver as reportagens.

Perfis e páginas oficiais

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Reportagens: estimativa preliminar, só votos, projetos, medidas e declarações da própria pessoa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

SenadorPartidoPL2026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2026, eleito.

Declarou ao TSE em 2026: 43 anos, superior incompleto, administrador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Senador · Rondônia
    PL 222· direita
    eleito474.226 votos, 26,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Bruno Scheid declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje.

R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.125.641 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a senador em Rondônia em 2026.

  • Bruno ScheidR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2026, Bruno Scheid declarou ao TSE R$ 3,7 milhões em receitas, em reais de hoje.

2026 · Senador · Rondônia · PL · eleito

De onde veio

R$ 3,7 mi
0% veio de fundos públicos; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3,7 mi.
  1. Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 3,6 mi96,7%
  2. Próprio bolsoR$ 121,7 mil3,3%

Para onde foi

R$ 3,7 mi
O maior gasto foi com serviços: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3,7 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal429 pessoas, não nomeadasR$ 719,8 mil19,7%
  2. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 500 mil13,7%
  3. EventosR$ 100 mil2,7%
  4. TransporteR$ 51,4 mil1,4%
  5. EscritórioR$ 38,4 mil1,1%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: senador, Rondônia, 2026

Bruno Scheid: R$ 7,70 por voto (mediana da disputa, R$ 12,3). Quem venceu, Dr. Fernando Máximo, gastou R$ 6,03 por voto. O voto mais caro custou R$ 43,5; o mais barato, R$ 3,39.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bruno Scheid. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, senador: 130 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa (contas parciais).
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.