Apuração
Vereador · 2016 · PSDB

Bruno Melo

Hanne Bruno Figueiredo de Melo · nasceu em 1981

Bruno Melo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,25← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2008PSDB2012PSDB2016PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004), PSDB (2008–2016).

VereadorPartidoCIDADANIAPSDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 35 anos, superior incompleto, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PSDB 45000· centro-direita
    eleito391 votos
  2. 2012
    PSDB 45000· centro-direita
    eleito550 votos
  3. 2008
    PSDB 45555· centro-direita
    eleito431 votos
  4. 2004
    CIDADANIA 23123· centro
    eleito298 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Bruno Melo declarou R$ 3.737 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 25,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 3.737
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.300 na declaração)

Declarou 19% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2016.

  • Bruno MeloR$ 3.737
  • Mediana dos candidatosR$ 19,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 67,5 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 3.737. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Bruno Melo declarou ao TSE R$ 50 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 33 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Severiano Melo (RN) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 9.349
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.349.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 6.35468%
  2. Próprio bolsoR$ 2.99632%

Para onde foi

R$ 9.309
O maior gasto foi com transporte: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.309. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoR$ 97210,4%
  2. EscritórioR$ 1591,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Severiano Melo (RN), 2016

Bruno Melo: R$ 23,8 por voto (mediana da disputa, R$ 19,7). Quem venceu, Sezinildo, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 36,6; o mais barato, R$ 12,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bruno Melo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.