Bruno da Pesca
Bruno Roberto Cavalcante de Campos Ferreira · nasceu em 1977
Bruno da Pesca se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PT (2012), REPUBLICANOS (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, trabalhador de construção civil, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Bruno da Pesca declarou R$ 6.168 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 408,1 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (58%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Bruno da Pesca declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · São Brás (AL) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.06162,9%
- Material impressoR$ 57233,9%
- EscritórioR$ 543,2%
Quanto custou cada voto: vereador, São Brás (AL), 2020
Bruno Da Pesca: R$ 41,1 por voto (mediana da disputa, R$ 9,84). Quem venceu, Luan De Lucivanio, gastou R$ 7,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 5.661; o mais barato, R$ 6,49.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bruno Da Pesca. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Fabia PROSR$ 5,7 mil · 1 votosR$ 5.661
- Bruno Da Pesca MDBR$ 1,7 mil · 41 votosR$ 41,1
- Ninha De Babi PTBR$ 7,4 mil · 335 votosR$ 22
- Douglas Do Girau PTBR$ 5,7 mil · 371 votosR$ 15,4
- Nininho PTBR$ 3,5 mil · 296 votosR$ 11,8
- Helhinho MDBR$ 2,3 mil · 230 votosR$ 9,84
- Bidinha PTBR$ 3 mil · 327 votosR$ 9,20
- Daniel De Tibiri PTBR$ 1,9 mil · 233 votosR$ 8,24
- Candido Tavares PTBR$ 2,4 mil · 303 votosR$ 7,92
- Luan De Lucivanio PSCR$ 1,5 mil · 198 votosR$ 7,50
- Ninho Do Tibiri PTBR$ 1,6 mil · 241 votosR$ 6,49
Votos por real
- 2020, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.