Apuração
Deputado estadual · 2014 · PDT

Bruno Correia

Bruno Barbosa Correia · nasceu em 1980

Bruno Correia se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PDT2010PDT2014PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

Dep. estadualVereadorPartidoPDT2008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 33 anos, superior completo, publicitário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PDT 12000· centro-esquerda
    suplente10.624 votos; 146º mais votado de 1.846 no estado
  2. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PDT 12000· centro-esquerda
    suplente13.050 votos; 138º mais votado de 1.514 no estado
  3. 2008
    PDT 12165· centro-esquerda
    não eleito

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Bruno Correia teve 10.624 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 146º lugar entre 1.846 candidatos.

Recebeu votos em 84 cidades. São João de Meriti deu 29,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 87,9%.

10.624 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 10.624 votos.
  1. São João de Meriti (RJ)3.128 votos29,4%
  2. Rio de Janeiro (RJ)2.129 votos20%
  3. Itaguaí (RJ)574 votos5,4%
  4. Porto Real (RJ)559 votos5,3%
  5. Duque de Caxias (RJ)444 votos4,2%
  6. Outras 69 cidades1.290 votos12,1%
As outras 1 eleições para deputado
13.050 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 13.050 votos.
  1. São João de Meriti (RJ)6.149 votos47,1%
  2. Rio de Janeiro (RJ)3.396 votos26%
  3. Duque de Caxias (RJ)679 votos5,2%
  4. Nova Iguaçu (RJ)505 votos3,9%
  5. Belford Roxo (RJ)387 votos3%
  6. Outras 58 cidades636 votos4,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Bruno Correia declarou R$ 977,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2014, o total subiu R$ 463,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 977,6 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 504.115 na declaração)

Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2014.

Cada quadrado é 1% de R$ 977,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. DisponivelR$ 446 mil
    Dinheiro em espécie
  2. Caderneta poupanca banco itauR$ 188,1 mil
    Caderneta de poupança
  3. Automovel S10 ltz/dup 4X2 2.4R$ 161,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. 50% Ref. apto. situado rua adolpho de vasconcelosR$ 123,8 mil
    Apartamento
  5. Automovel mitsubishi pajero TR4 gls 2.0 cor prata placa…R$ 58,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Bruno Correia declarou ao TSE R$ 2,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 1,3 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PDT · suplente

De onde veio

R$ 1,3 mi
0% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoasR$ 47,6 mil3,6%
  2. Próprio bolsoR$ 44< 0,1%

Para onde foi

R$ 1,3 mi
O maior gasto foi com material impresso: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal24 pessoas, não nomeadasR$ 305,4 mil23,2%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 40,3 mil3,1%
  3. OutrosR$ 2.8000,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2014

Mediana da disputa: R$ 72,8 por voto. Quem venceu, Nivaldo Mulim, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 200; o mais barato, R$ 22,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 9,5 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 18 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.