Bruno Contursi
Bruno Silva Contursi · nasceu em 1956
Bruno Contursi disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Itaqui (RS)), pelo PDT: eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 48 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Bruno Contursi declarou ao TSE R$ 129 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Itaqui (RS) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 51,2 mil39,5%
- Próprio bolsoR$ 9.7747,6%
- PartidoR$ 5.5394,3%
Para onde foi
- Serviços47 pessoas, não nomeadasR$ 33,3 mil25,8%
- Eventos3 pessoas, não nomeadasR$ 10,9 mil8,5%
- TransporteR$ 4.7503,7%
Quanto custou cada voto: prefeito, Itaqui (RS), 2004
Bruno Contursi: R$ 11,2 por voto (mediana da disputa, R$ 9,43). O voto mais caro custou R$ 11,2; o mais barato, R$ 0,16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bruno Contursi PDTR$ 129 mil · 11.477 votosR$ 11,2
- Moggar MDBR$ 86 mil · 9.095 votosR$ 9,43
- Pastor Cleucir PTBR$ 94 · 583 votosR$ 0,16
Votos por real
- 2004, prefeito: 89 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.