Bruno Bridi
Bruno Luiz Bridi · nasceu em 1982
Bruno Bridi se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PDT (2012–2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 38 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Bruno Bridi declarou R$ 297,4 mil em bens, em reais de hoje: 41 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 539,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 41 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2020.
- Bruno BridiR$ 297,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 68,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- S10 2014/2015R$ 116,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Hilux SW4R$ 100,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- SicoobR$ 39,3 milQuotas ou quinhões de capital
- Uno 2011/2012R$ 32,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- BanestesR$ 7.687Renda fixa (CDB, RDB e outros)
- C/c banestesR$ 287Conta corrente no país
- C/c sicoobR$ 192Conta corrente no país
- C/c banco do brasilR$ 181Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Bruno Bridi declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 10 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Santa Teresa (ES) · PDT · eleito
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 5.93458%
- Próprio bolsoR$ 2.42923,7%
- PartidoTudo de Partido Democratico Trabalhista - PdtR$ 1.40713,8%
- Outros candidatosR$ 4584,5%
Para onde foi
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 4.98748,8%
- ServiçosR$ 1381,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Teresa (ES), 2016
Bruno Bridi: R$ 27,3 por voto (mediana da disputa, R$ 36,6). Quem venceu, Bruno Araújo, gastou R$ 19,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.330; o mais barato, R$ 19,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bruno Bridi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Americo Zamprogno PSDBR$ 9,3 mil · 7 votosR$ 1.330
- Mercedes PDTR$ 7,5 mil · 26 votosR$ 287
- Maycon Barth PPR$ 14 mil · 78 votosR$ 179
- Professor Adriano Novelli PRPR$ 7,7 mil · 47 votosR$ 164
- Jaerte Zanotti PRPR$ 8,3 mil · 74 votosR$ 112
- Bola PDTR$ 8,1 mil · 183 votosR$ 44,5
- Gregorio Venturim PSDBR$ 14 mil · 372 votosR$ 36,6
- Fefeu Novelli PPR$ 21 mil · 620 votosR$ 34
- Bruno Bridi PDTR$ 10 mil · 375 votosR$ 27,3
- Dra Evanir PDTR$ 7 mil · 290 votosR$ 24,2
- Lepaus PDTR$ 9,1 mil · 459 votosR$ 19,9
- Bruno Araújo PVR$ 12 mil · 621 votosR$ 19,6
Votos por real
- 2016, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.